Des. José Di Lorenzo Serpa

Des. José Di Lorenzo Serpa

Publicado em 30/11/2017 10h26
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Rua Sem Rima

Não é minha

e tua

pedaço de mim

daquela rua

conheci horizontes – distantes

aéreos etéreos

conheci os montes

com saudade tua

o destino vi

daquela rua

 

Não penso não existo

não persisto com a lua

sem claridade de mim

digo sempre quase assim

vem rua minha

infância

dizer por que fiquei assim?

 

Minha rua é assim

uma fileira de casas

uma fileira de postes…

de manhã os meninos brincam

à noite os meninos dormem

minha rua é assim

casa postes meninos…

 

A dor que vem da dor

tão dolorosa e sofrida

não só na volta

gomo na ida

da rua uma despedida…

deixai-me nesta rua

de encontro a lágrima partida…


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