Des. José Di Lorenzo Serpa

Des. José Di Lorenzo Serpa

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Publicado em 19/12/2013 00h00
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SETE

No mundo moderno não passamos sem os noticiários, quer da manhã ou da noite. Elas, as notícias, assumem o primeiro plano, orientando as nossas vidas.

Claro que elas se apresentam como boas notícias ou não, porém sempre notícias delas até  se repetem, como as secas ou o excesso de chuva provocando desastres tenebrosos.

Diante de uma boa notícia nos alegramos, mas ao contrário nos entristecemos.

As notícias ditas religiosas são comunicadas via dos seus representantes que, no passado, chamavam-se de enviados de Deus e depois os apóstolos se encarregavam de espalhar a boa notícia. Aliás, por falar em notícia religiosa, sabemos que Jesus foi a própria boa nova.

Muitas considerações se fizeram através dos tempos, noticiando de gerações em gerações a importância do número sete, sempre presente nas citações das pessoas e autores diversos.

Ora, começando pelos sete anões, que persistem através dos tempos, citamos a bota de sete léguas, afirmando-se que o descanso de Deus ocorreu no sétimo dia. Não há de  esquecer os sete piratas que navegaram os sete mares bravios.  Apenas cito os exemplos acima, mas, não sabendo explicá-los, fico a repeti-los.

Quando criança, em dança de rodas se cantava: “sete e sete são catorze, com mais sete vinte e um, tenho sete namorados e só posso casar com um”. Não só no folclore, na música encontramos a expressão do número sete, este se fazendo notícia à frente de todos.

Para amenizar esta sétima escrita, lembramos o soneto que diz: “Sete anos de pastor Jacob servia Labão, pai de Raquel serrana bela”.

Fica provado, portanto, que o número sete encontrou guarida em diversas partes do mundo, não  esquecendo dos sete pecados capitais.

Notícias já foram veiculadas sobre as sete maravilhas do mundo e o eterno cântico  ao lado das sete notas musicais. Na verdade, devemos perdoar não só sete vezes, mas setenta vezes sete.

Finalmente, para não causar espanto aos sete possíveis leitores, deixemos o restante para a saudosa missa do sétimo dia.

 

Des. José Di Lorenzo Serpa

    


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