Lindinalva Ramalho

Lindinalva Ramalho

Lindinalva Ramalho, Psicóloga Clínica, especialista em Saúde da Famíla, Coach de Relacionamentos, e proprietária da FinoAmor – Agência de Namoro & Matrimônio. Realiza atendimento a solteiros que desejam um relacionamento saudável e duradouro, e aconselhamento conjugal para casais em crise.

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Publicado em 25/07/2016 14h54
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Redes sociais ajudam ou atrapalham os relacionamentos?

Depende do usuário, ou seja, depende do uso que nós fazemos delas!

Dentro do meu consultório, e fora dele, eu tenho ouvido muitas queixas de mulheres por seus maridos dedicarem mais tempo ao computador (na internet) do que com elas ou com a família, de um modo geral.


            Vamos fazer uma viagem de volta no tempo, antes de todo esse avanço tecnológico da Ciência da Computação?


            Desde que o mundo é mundo, ouvimos as mulheres - esposas e mães -, se queixarem que seus filhos homens e seus maridos não gostam de ficar em casa, o que eles gostam é de viver na rua!


            Antes do uso, ou melhor abuso, da internet com as Redes Sociais, alguns homens ficavam, e até hoje ficam, vidrados na tv, vendo o seu time preferido de futebol jogar; alguns eram viciados em jogos de vídeo games (o que “detonou” a cabeça de muitas crianças e adolescentes); em jogos de computador e, hoje, nas famosas e vilãs Redes Sociais. Tem também aqueles homens que são viciados no trabalho.


            Será que algum dia homens e mulheres vão desejar, espontaneamente, estarem juntos para desfrutar de boas conversas em família sem que haja, necessariamente, a manipulação de objetos de entretenimento virtual? Hummm... Não Creio! Não mais!


            Deixe-me lhe fazer uma pergunta: Você sabe quem são os seus vizinhos? Tem um tempinho pra tirar um “dedinho de prosa” com eles na calçada? Você e o seu marido ou esposa quando recebem em casa a visita dos amigos dos seus filhos, vocês param para puxar conversa com eles e conhecê-los melhor? Muito pouco, talvez!


            Parece que a comunicação e a interação diária entre os casais e os demais membros da família nunca teve um alto índice de satisfação para ambos. Mulheres reclamam do excesso de trabalho dos maridos durante a semana, e dos jogos e/ou bares no final de semana. Homens acusam as esposas de se dedicarem mais aos filhos, a casa, a empregada, etc., do que a eles.


             Se seguirmos essa linha de raciocínio, teremos as Redes Sociais e a internet como um bode expiatório... a “bola da vez”!


            Vale a pena lembrar que esses recursos tecnológicos são, inclusive, usados e abusados por ambos os sexos e nas várias fases da vida. Portanto, podemos dizer que a internet não é a única origem do problema de relacionamento conjugal ou familiar. O verdadeiro problema está na falta de contato físico, falta de diálogo, falta de interação, falta de cumplicidade e companheirismo que gera vulnerabilidade nos relacionamentos e dá espaço pra qualquer fator externo “sequestrar” a presença de alguém da família, ou causar o isolamento de todos os membros. Podem até estarem todos dentro de casa, porém, ilhados, “cada um no seu quadrado”, de preferência, na internet!
           

E eu vou mais além...!


            Se um casal não faz uso de internet, de computados, nem de bares, nem de jogos e nem mesmo de tv, e o pouco tempo que ficam juntos é na igreja, mas, ao chegar a casa, cada um vai pro seu lado; esse casal também tem o mesmo vazio, o mesmo problema na relação que os casos citados anteriormente.


            Recentemente, eu ouvi a queixa de uma cliente que estava magoada e muito zangada com o seu marido. Ela disse: “O meu marido não conversa comigo, não me dá atenção! Na igreja, quando o pastor fala pros casais, ele se emociona e, às vezes, até chora. Mas, quando chegamos em casa, parece que ele esquece tudo! Não pratica nada do que ouviu! O que é que eu faço pra salvar meu casamento?”


            Eu observei aquela mulher angustiada, e aí, respondi: O que acha de criar um espaço agradável em que você possa falar pro seu marido sobre os seus sentimentos, de como você verdadeiramente se sente... Sem lhe fazer nenhuma cobrança, nenhuma acusação e nem culpá-lo pelas suas insatisfações! Comece lhe fazendo elogios. Elogie a sua dedicação e responsabilidade no trabalho. Agradeça por algo de bom que você vê nele e admira... Aí, quando ele estiver desarmado e relaxado, você começa a falar o que sente. Que gostaria de lhe dar mais carinho e dedicar mais tempo para vocês dois se divertirem juntos... Tudo o que você sente falta, diga que gostaria de dar ou de fazer com ele. Experimente! Veja se essa conversa trará alguma mudança positiva paro relacionamento de vocês!


            E você, também passa por alguma situação semelhante? Está precisando desabafar com alguém e não sabe quem poderia te ouvir sem fazer julgamentos ou querer te dar conselhos? Escreva pra mim! Fale comigo! Tire as suas dúvidas! Conte-me a sua história!  Será um prazer poder ajudar você!

Contatos:


(83)98876-5056 lindi.psicoach@hotmail.com                                                                                

Ou se preferir, acesse o nosso site: www.finoamor.com.br

 

Eu sou Lindinalva Ramalho, Psicóloga e Coach de Relacionamento na FinoAmor e desejo a você uma excelente semana!  


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