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Publicado em 16/02/2017 19h47
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Ortotrauma vai implantar sistema eletrônico de gerenciamento do paciente

Um novo sistema de gerenciamento do paciente será implantado no Complexo Hospitalar de Mangabeira Governador Tarcísio de Miranda Burity (Ortotrauma).

Um novo sistema de gerenciamento do paciente será implantado no Complexo Hospitalar de Mangabeira Governador Tarcísio de Miranda Burity (Ortotrauma). O sistema Gehos vai cadastrar eletronicamente todos os dados do paciente, da sua entrada até a saída, contendo as atualizações de todos os procedimentos realizados e sua recuperação, devendo começar a funcionar ainda no primeiro semestre deste ano.

De acordo com o gerente de Informática do Complexo Hospitalar de Mangabeira, Marcello Moura, ao ingressar na unidade hospitalar, o usuário vai acionar uma máquina para pegar uma ficha e será notificado numa tela eletrônica sobre seu atendimento, que será feito conforme o grau de classificação de risco do paciente.

Os equipamentos serão instalados na recepção da urgência, no ambulatório, nos consultórios de ortopedia e no Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI) da unidade hospitalar.

A diretora-geral do Complexo Hospitalar de Mangabeira, Fabiana Araújo, explica que o prontuário do paciente será preenchido em tempo real, agilizando o atendimento. “Quando o paciente que precisar ser internado for atendido, já será colocado no sistema Gehos o leito e a enfermaria. Assim, o profissional que irá recebê-lo já poderá ter acesso ao seu prontuário antes mesmo de o paciente chegar à enfermaria”, explicou.

Além disso, se o paciente sofrer um acidente posteriormente e precisar retornar à unidade, seu histórico estará disponível aos profissionais que o atenderão, segundo a gestora. Ela destaca ainda que o sistema de monitoramento vai facilitar o trabalho da equipe do Núcleo Interno de Regulação (NIR), que verifica o estado clínico dos pacientes e o tempo de permanência na unidade hospitalar.

Monitoramento - Conforme a médica do NIR, Ivana Cruz, o monitoramento se baseia no método Kanban, desenvolvido pelo sistema Toyota de produção e que, no contexto hospitalar, indica o tempo de permanência dos pacientes pelo uso das cores verde, amarelo e vermelho, considerando a classificação de gravidade de cada caso.

São feitas visitas diárias às enfermarias para monitorar o fluxo de pacientes e evitar que haja longa permanência. A equipe do NIR sugere mudanças de procedimentos à equipe médica nos casos em que a resposta do paciente ao tratamento é lenta e sua permanência na unidade aumenta. A média de permanência em 2016 foi de 7,26 dias. Em 2011, por exemplo, a média era de 14,94 dias.

Dados - O sistema Gehos garante a preservação de todos os dados do paciente. “Serão feitos automaticamente dois backups de todas as informações dos pacientes, e haverá um terceiro backup que será feito na ‘nuvem’, conferindo ainda mais segurança”, explica o gerente de Informática, Marcello Moura.

O Complexo Hospitalar de Mangabeira é referência em cirurgias de urgência e emergência nas regiões abaixo do cotovelo e abaixo do joelho, além de realizar pequenas cirurgias sem internação, consultas médicas ambulatoriais, exames laboratoriais e por imagem (radiografia, ultrassonografia, tomografia e endoscopia), tratamentos de recuperação motora por meio do Centro de Reabilitação e Tratamento da Dor (Cendor) e atende urgência psiquiátrica por meio do Pronto Atendimento em Saúde Mental (PASM).

 

Secom JP


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