José de Paiva Netto

José de Paiva Netto

José de Paiva Netto, escritor, jornalista, radialista, compositor e poeta, nasceu em 2 de março de 1941, no Rio de Janeiro/RJ, Brasil. É Diretor-Presidente da Legião da Boa Vontade (LBV), membro efetivo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), da Associação Brasileira de Imprensa Internacional (ABI-Inter), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da International Federation of Journalists (IFJ)

> ARTIGO

Publicado em 28/07/2017 09h43
  • Tamanho da letra
  • A-
  • A+

Reflexão de Boa Vontade

Expressão verídica de Justiça e de Amor

Muitos ainda confundem Amor com passividade ou impunidade, quando o seu significado é exatamente o contrário. Ora, é inconcebível haver sociedade justa sem que ela receba a sacrossanta iluminação do Mandamento Novo do Divino Legislador. Por simples dedução ou pela mais pura lógica, aquela que não se nega a reconhecer a existência de uma Sabedoria acima de todo o conhecimento terrestre, notamos que Jesus, o Estadista por excelência, preocupou-se em revelar Sua Instrução Máxima em forma de Lei, para estabelecer ordem: “Amai-vos como Eu vos amei (Boa Nova, consoante João, 13:34).


Somos então colocados diante do maior de todos os Seus preceitos, a base da Constituição Legal do Cosmos. Ele igualmente outorgou regulamento à Lei: “Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos (Evangelho, segundo João, 13:35, de acordo com a Bíblia de Jerusalém).
Logo, devemos imediatamente relacionar a acepção de Justiça à de Amor. No entanto, falo-lhes daquela inspirada nos ditames superiores, que não podem ser tomados pelas barbaridades exercidas em nome do Pai Celestial e do Direito, no decorrer dos milênios.

De Sociologia do Universo


Escrevi, em Sociologia do Universo, que devemos ser tolerantes, contudo, comprovado o delito, cumpra-se a Lei (Lei justa, é claro), visto ser a impunidade sepulcro para as nações.
O intrépido Montesquieu (1689-1755) é quem observa: “Uma coisa não é justa porque é lei, mas deve ser lei porque é justa”.


Contra a injustiça devemos incansavelmente lutar com as armas do Mandamento de Jesus (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35), posto que, como no ensinamento de Confúcio (551-479 a.C.), consignado por seus seguidores: “O objetivo do castigo é dar um fim ao próprio castigo”.


O Amor nunca pode ser encarado como algo frágil. Do contrário, Gandhi (1869-1948) não concluiria que: “Se um único homem atingir a plenitude do Amor, neutralizará o ódio de milhões”.


Tenhamos, pois, sempre em menteque a Fraternidade é a Lei. A Ética, a sua disciplina. A Justiça, a aplicação. Ninguém mais infeliz do que o indigente da Fé e da Caridade.

José de Paiva Netto ? Jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com
 


tags
Nenhum resultado encontrado.

Comentar

Bookmark and Share