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Publicado em 02/11/2017 20h12
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Juiz espanhol determina prisão de líderes catalães até julgamento

Em uma ação separada, a Corte Suprema deu uma semana para tomar as declarações dos membros da Mesa do Parlamento catalão e os colocou sob vigilância policial.

A juíza da Suprema Corte espanhola Carmen Lamela determinou nesta quinta-feira que nove líderes separatistas catalães sejam mantidos presos até que haja um julgamento sobre a ofensiva de independência da região.

A juíza instrutora do caso ainda deverá decidir se decreta a prisão do presidente catalão deposto, Carlos Puigdemont, e outros quatro membros de seu governo que não compareceram à audiência. Uma fonte judicial disse à agência de notícias Reuters que a decisão deve ser tomada até amanhã (3).

As medidas cautelares ameaçam aumentar ainda mais a pior crise institucional dos 40 anos de democracia na Espanha, enquanto a Catalunha se prepara para novas eleições no dia 21 de dezembro, convocadas pelo governo central espanhol na última sexta-feira, depois de dissolver o Parlamento regional.

Os 14 membros do governo, encerrado completamente na semana passada pelo governo central, teriam que se apresentar à Corte para responder pelos crimes de rebelião, conspiração e mau uso de recursos públicos, que podem alcançar penas conjuntas de até 50 anos de cadeia, segundo os autos.

Em uma ação separada, a Corte Suprema deu uma semana para tomar as declarações dos membros da Mesa do Parlamento catalão e os colocou sob vigilância policial.

A juíza da Suprema Corte espanhola Carmen Lamela determinou nesta quinta-feira que nove líderes separatistas catalães sejam mantidos presos até que haja um julgamento sobre a ofensiva de independência da região.

A juíza instrutora do caso ainda deverá decidir se decreta a prisão do presidente catalão deposto, Carlos Puigdemont, e outros quatro membros de seu governo que não compareceram à audiência. Uma fonte judicial disse à agência de notícias Reuters que a decisão deve ser tomada até amanhã (3).

As medidas cautelares ameaçam aumentar ainda mais a pior crise institucional dos 40 anos de democracia na Espanha, enquanto a Catalunha se prepara para novas eleições no dia 21 de dezembro, convocadas pelo governo central espanhol na última sexta-feira, depois de dissolver o Parlamento regional.

Os 14 membros do governo, encerrado completamente na semana passada pelo governo central, teriam que se apresentar à Corte para responder pelos crimes de rebelião, conspiração e mau uso de recursos públicos, que podem alcançar penas conjuntas de até 50 anos de cadeia, segundo os autos.

Em uma ação separada, a Corte Suprema deu uma semana para tomar as declarações dos membros da Mesa do Parlamento catalão e os colocou sob vigilância policial.

 

Fonte:Raquel Castillo e Rodrigo De Miguel - Repórteres da Reuters

 

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