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Publicado em 11/11/2017 14h18
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Presidente do Sindicato dos Agentes Fiscais de João Pessoa não descarta greve geral da categoria

Uma paralisação está marcada para a próxima terça-feira na Capital, a partir das 8 horas

Por Assessoria

O presidente do Sindicato dos Agentes Fiscais do Município de João Pessoa (Sindifim), Bráulio Nóbrega, não descartou uma greve geral da categoria, caso o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) não receba a direção da entidade para debater as reivindicações da categoria.

Bráulio Nóbrega lembra que os agentes fiscais são responsáveis por manter a saúde financeira do município e lembra que no ano passado foram arrecadados mais de R$ 417 milhões e a previsão para este ano é de que o montante chegue à casa dos R$ 460 milhoes.

Leia abaixo entrevista com o presidente do Sindifim, Bráulio Nóbrega:

Qual o motivo da paralisação da categoria?

O motivo é a falta de atendimento por parte da administração municipal da nossa pauta de reivindicações, entregue ao prefeito Luciano Cartaxo em janeiro desse ano.

Por que vocês desistiram da greve anterior?

A desistência da greve anterior foi motivada pelo pagamento do Prêmio Anual de Produtividade - PAP, acordado com a administração para ser pago em quatro parcelas em vez de uma única como manda a Lei.

Como anda a saúde financeira do município de João Pessoas?

Apesar da crise nacional o município de João Pessoa anda muito bem financeiramente principalmente sua receita própria que vem crescendo a cada exercício

Quanto foi arrecadado no ano de 2016 e qual a previsão para 2017?

No ano de 2016 foi arrecadado um montante de R$ 417 milhões de reais e está previsto para até o final deste ano uma arrecadação de R$ 460 milhões de reais, o que representa um crescimento nominal de mais de 11% na receita própria em relação ao ano anterior, ou seja, mais de três vezes a previsão da inflação oficial do governo.

Caso não haja diálogo pode ser deflagrada greve por tempo indeterminado?

Na assembléia, do último de 8, foi aprovada por unanimidade uma paralisação de advertência no próximo dia 14, terça feira, a partir da 8h. Caso não haja acordo será convocada uma nova assembleia para decidir sobre os novos rumos que a categoria irá tomar e uma greve geral não está descartada.
 

Fonte: Assessoria

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