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Publicado em 31/01/2018 09h47
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Energia fica mais cara em seis municípios da região polarizada por Campina

A Aneel aprova reajuste médio de 18,21% e situação hidrológica é a principal responsável pelo reajuste

Por Michelle Raeder

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 30, em Brasília, o Reajuste Tarifário da Energisa Borborema (EBO), que valerá a partir de 4 de fevereiro de 2018. O efeito médio a ser percebido pelo consumidor é de 18,21%, sendo que os clientes da Baixa Tensão (residencial e comercial) terão correção de 16,83% e os da Alta Tensão 21,54%.
 
Os principais motivos para a correção da tarifa são os itens relacionados à geração, como a compra de energia e o serviço de transmissão. Os dois itens compõem a PARCELA A, que são custos não gerenciáveis pela distribuidora.

Importante ressaltar que o serviço de distribuição de energia da Energisa Borborema, conhecido como PARCELA B, teve redução de 0,46%, o que significa uma gestão mais eficiente dos recursos.
O reajuste tarifário é um processo regulado pela Aneel, previsto no contrato de concessão da empresa. Estes contratos apresentam regras bem definidas a respeito das contas de luz, bem como a metodologia de cálculo dos reajustes.

A ilustração abaixo apresenta a divisão da fatura de energia elétrica em cada um dos itens que compõem a cadeia do setor mais impostos e tributos (ICMS, PIS/COFINS). A tarifa final do consumidor da Energisa Borborema contém 42,80% em encargos e impostos.


A parte que cabe à distribuidora de energia representa apenas 20,6% da composição da tarifa. Na conta de luz reproduzida abaixo, é possível conferir a composição da tarifaresidencial antes e depois do reajuste:

É com os recursos da PARCELA B que Energisa Borborema distribui energia a quase 210 mil clientes, paga e capacita funcionários, mantém e amplia a rede e os sistemas elétricos, além de investir na modernização e melhoria crescente da qualidade dos serviços prestados. Desde a privatização, foram investidos cerca de R$ 341 milhões em obras de melhoria do sistema elétrico.

Comparando os ajustes na tarifa da Energisa Borborema com a inflação medidas nos últimos dez anos, verifica-se que a correção sempre esteve abaixo dos índices. Confira:


A Energisa Borborema é responsável pela distribuição de energia em seis municípios da Paraíba - Campina Grande, Queimadas, Fagundes, Boa Vista, Massaranduba e Lagoa Seca. Em 2017, em pesquisa realizada pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Energisa Elétrica (Abradee), a Energisa Borborema foi aprovada por 81% dos mais de 510 mil moradores da região e conquistou o prêmio de melhor distribuidora do país no quesito Responsabilidade Social.

Fonte: Assessoria da Energisa

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