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Publicado em 04/06/2018 11h19
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Decreto que autorizou o emprego das Forças Armadas no contexto da Garantia da Lei e da Ordem deixa de vigorar

Autoridades avaliam retomada do abastecimento após paralisação dos caminhoneiros brasileiros

Por Yara Aquino

O Grupo de Acompanhamento da Normalização do Abastecimento faz mais uma reunião hoje (4), no Palácio do Planalto. No encontro diário, autoridades avaliam a retomada do abastecimento do país após a paralisação dos caminhoneiros.

Hoje, termina a vigência do decreto que autorizou o emprego das Forças Armadas no contexto da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para liberar as rodovias e reabastecer o país com os produtos retidos nas estradas durante a greve. Ontem (3), o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Sérgio Etchegoyen, disse que o prazo não deve ser prorrogado.

Etchegoyen disse ainda que as notícias que circulam nas redes sociais sobre convocação de nova manifestação dos caminhoneiros para hoje não geram preocupações alarmantes e estão sendo acompanhadas pelo governo.

Após o fim do movimento dos caminhoneiros, de acordo com balanço dos diversos setores afetados, o abastecimento está se normalizando.

Em declaração na última quinta-feira (31), o presidente Michel Temer atribuiu o fim da greve ao diálogo. Em acordo com representantes da categoria, o governo atendeu às reivindicações, entre elas a redução de R$ 0,46 no litro do óleo diesel pelo prazo de 60 dias e a isenção da cobrança de pedágio dos caminhões que trafegarem com eixo suspenso em todas as rodovias do país (federais, estaduais e municipais). Na sexta  (1º), o governo publicou portaria que trata da fiscalização para garantir que os postos de combustíveis repassem aos consumidores o desconto no preço do diesel.

Fonte: Agência Brasil

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