Hilton Maia

Hilton Maia

Graduado em Direito pela UFPB, especialista em DIreito Civil e Processual Civil pela CPC- Marcato em Parceria com a Universidade Dom Bosco, ex-funcionário da Caixa Econômica com larga experiência gerencial, participante de vários cursos de Gestão ofertados pelo Programa Haward Mananger, é hoje Diretor Jurídico do escritório HILTON MAIA Advocacia & Consultoria, Professor universitário, Colunista de alguns portais Juridicos e Doutorando em Direito Civil na Universidade de Buenos Aires.

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Publicado em 05/02/2019 10h14
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Seja Feliz: Divorcie-se?

   Uma das maiores dicotomias de todos os tempos vem ganhando uma nova forma: afinal, mais vale a preservação de uma família, mesmo quando um dos cônjuges, ou até mesmo os dois, já perderam o seu “brilho no olhar”, ou seria legítima a busca pela felicidade a partir da construção de uma nova conjuntura de vida? Fato este que vem se tornando cada vez mais corriqueiro nos tempos atuais.

   Velhos tabus, antes tão intensos no universo feminino, tais como a importância da manutenção da “virgindade” até o casamento, vir a ser rotulada de “mulher separada” ou, até mesmo, divorciar-se, após já ser mãe, e ser tida como “mãe solteira”, já não possuem mais relevância. Por “outra banda”, com o advento da guarda compartilhada como regra entre os genitores, tabus masculinos perdem a força, como o de que, ao se divorciar, o varão seria obrigado a ter o convívio com os seus filhos diminuído ou até mesmo a vê-los chamando outro homem de “papai”, por um eventual maior contato deles com o padrasto.

     De outro norte, vivemos em uma sociedade cada vez mais fútil e individualista, a partir da qual temos presenciado uma crescente nos movimentos sociais, religiosos e até digitais na defesa de um prisma de resgate de princípios longínquos a partir da preservação da família. Em suma, a família, em seu sentido mais amplo, tem representado a manutenção de valores singulares, tais quais: a honestidade, a ética, a decência, o respeito, entre outros.

    O fato é que o mundo mudou e, com ele, as consequências pela tomada de certas decisões. Inegável é a liberdade que se tem para a adoção da famosa expressão: “vou partir pra outra” ou não... Seja a sua opção por mais tolerância, seja por um redirecionamento imediato, lembre-se: toda a busca pela felicidade é legitima! Procure um bom advogado. Que Deus ilumine vossas escolhas!!!


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