A Crítica

Existe coisa mais fácil de fazer do que criticar? Acredito que não.

É muito cômodo emitir uma opinião crítica a um trabalho realizado, uma obra de arte, seja uma escultura, uma música, uma pintura, um poema, ou mesmo uma edificação, um produto industrial, seja o que for.

Além do mais você não precisa ser especialista no assunto. É só querer e pronto.

Considero a crítica uma prática saudável e necessária quando é feita no intuito de melhorar ou acrescentar alguma coisa sobre determinada produção intelectual.

Mas existem críticas que além de contundentes não oferecem nenhum objetivo prático a não ser criticar por criticar.

Esse tipo de critica é condenável e confere ao seu autor um atributo de incompetência e pusilanimidade.

Por outro lado quando a crítica é feita negando o mérito tem o dom de conferir ao crítico uma falsa idéia de que ele é um expert  sobre a matéria criticada.

O incorrigível e irreverente Puchkin que se diz meu ombudsman é um desses críticos de plantão que nunca escreveu uma linha sequer, mas se arvora do direito de por defeito em tudo que lê.

Ontem me enviou uma mensagem criticando minha última postagem.

“Porra Paladino, passastes duas semanas hibernando e retornas com um artigo chinfrim. Que falta de assunto. Melhor tivesses continuado em tua letargia”.

Puchkin, por mais democrata que eu queira ser, sinceramente, estou me cansando de tuas observações.

Encaro a crítica como uma ferramenta útil para corrigir nossos equívocos e nos direcionar para um norte verdadeiro.

Lamento muito caro amigo, mas tuas críticas são desabafos inoportunos que não me acrescentam nada.

Já te falei em outra oportunidade o caminho mais fácil para evitar teu constrangimento lendo minhas “inutilidades” é não visitar este Blog o que, aliás, não me causará nenhum transtorno.

Hasta la vista!

 

 

Maurício Montenegro
Engenheiro civil com experiência na gestão de obras públicas e privadas, com familiaridade em planejamento estratégico. Ex-interventor do município de São Miguel de Taipu, ex-secretário de Obras da Prefeitura Municipal de João Pessoa, ex-diretor técnico da Companhia Estadual de Habitação (Cehap), coordenador da elaboração do Plano Diretor do Distrito Industrial de Caaporã, Coordenador da Carta Consulta para obtenção de crédito junto à Coordenação Andina de Fomento (CAF) para obtenção de empréstimo no valor de 100 milhões de dólares destinados à pavimentação e recuperação de rodovias do Estado da Paraíba.

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