um homem entre gigantes

O futebol americano, na forma atual, surgiu em 1867, em Montreal (Canadá).

É um esporte regulamentado pela NFL – National Football League corporação que reúne 32 equipes.

As equipes são formadas por 11 jogadores que durante uma hora de cada partida se enfrentam num jogo violento e perigoso numa espécie de vale tudo.

Pouco se dá importância às estatísticas cientificamente comprovadas de suicídios praticados por jogadores profissionais desse esporte.

Há registros que em 1905 dezoito jogadores foram mortos em consequência de sequelas adquiridas na prática do futebol americano.

Aaron Hernandez, jovem atleta do New England Patriots, de apenas 27 anos, foi protagonista de um caso típico e polêmico.

Sua carreira se acabou depois que ele foi condenado pelo assassinato do amigo Odin Lloyd. Dias depois foi encontrado morto em sua cela, enforcado. 

Um exame detalhado constatou que seu cérebro havia sido danificado por um caso de ETC – Encefalopatia Traumática Crônica. Tão grave que apesar de sua aparência saudável e jovial parecia um atleta de 60 anos.

A ETC causa transtornos de comportamento como agressividade, depressão e falta de controle emocional, além de distúrbios cognitivos, como perda de memória e demência.

Outro registro, vítima de colisão frontal, foi Damon James, de 16 anos, jogador de uma equipe Junior do estado de Nova York que engrossa lista de cinco mortos em menos de dois meses e suscita polêmica. 

Semana passada assisti, na grade da NETFLIX, um filme baseado em fatos reais (UM HOMEM ENTRE GIGANTES), cuja narrativa denuncia a desmoralização da ciência frente ao poder econômico do futebol americano e a luta ferrenha do Neuropatologista nigeriano Bennet Omalu na tentativa de provar as consequências da prática desse esporte maligno.

Maurício Montenegro
Engenheiro civil com experiência na gestão de obras públicas e privadas, com familiaridade em planejamento estratégico. Ex-interventor do município de São Miguel de Taipu, ex-secretário de Obras da Prefeitura Municipal de João Pessoa, ex-diretor técnico da Companhia Estadual de Habitação (Cehap), coordenador da elaboração do Plano Diretor do Distrito Industrial de Caaporã, Coordenador da Carta Consulta para obtenção de crédito junto à Coordenação Andina de Fomento (CAF) para obtenção de empréstimo no valor de 100 milhões de dólares destinados à pavimentação e recuperação de rodovias do Estado da Paraíba.

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