Irregularidades

Xeque-Mate: operação chega na quinta fase e um dos principais alvos é um ex-deputado federal paraibano

Os investigados poderão responder pelos crimes de formação de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e fraude licitatória

08/10/2019 09h49Atualizado há 1 semana
Por: da Redação
Fonte: Redação com assessoria
Pai e filho negam envolvimento em irregularidades cometidas em Cabedelo
Pai e filho negam envolvimento em irregularidades cometidas em Cabedelo

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje 08/10, em conjunto com o Ministério Público Federal, o GAECO/MP/PB e a CGU, a quinta fase da Operação Xeque-Mate, com objetivo de dar cumprimento a medidas de busca e apreensão determinadas pela 16ª Vara da Justiça Federal da Seção Judiciária da Paraíba.

Os federais realizaram buscas e fizeram apreensões nos Bairros do Bessa, Manaíra, Miramar e Intermares, em Cabedelo. Grande quantia de dinheiro foi encontrada em um dos endereços.

De acordo com a Polícia Federal, o cumprimento das medidas, na data de hoje, tem por objetivo angariar elementos de prova relacionados à possível prática de crimes e desvios de recursos públicos federais destinados à aquisição de medicamentos pela Prefeitura de Cabedelo/PB.

Os investigados poderão responder pelos crimes de formação de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e fraude licitatória, previstos, cujas penas, somadas, poderão chegar a mais de 30 anos de reclusão.

 

Os policias foram na casa de André Amaral, pai do ex-deputado federal André Amaral Filho, que segundo informações estariam envolvidos nessa possível negociação.

 

Os dois negam envolvimento e dizem, em nota, que estão sendo vítimas do “Fruto da mente maldosa de um criminoso confesso que, através de calúnias, quer se beneficiar do instituto da delação premiada atacando a honra alheia em busca de benefícios penais”.

Leia a nota

 

ANDRÉ AMARAL PAI E FILHO - NOTA À IMPRENSA

 

Fruto da mente maldosa de um criminoso confesso que, através de calúnias, quer se beneficiar do instituto da delação premiada atacando a honra alheia em busca de benefícios penais, tenho a informar aos paraibanos que não devo e não temo essa ou qualquer outra investigação, pois temos a consciência de que andamos rigorosamente na linha. A disposição da justiça estamos para esclarecer denúncias sem provas e lamentamos que a palavra de um criminoso confesso sirva para destruir reputações através do espancamento público, onde nesta busca e apreensão de agora de manhã não encontraram nada em nossas residências, muito menos bolsas com dinheiro, como divulgado na mídia, a não ser o susto de minha filha grávida de sete meses e, que pelo pavor, precisará de cuidados médicos.

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