Mulher e maternidade: psicóloga esclarece mito de mãe perfeita e afirma que é preciso se cobrar menos pelo ideal inatingível

Mulher é força, disposição e coragem, mas ser cobrada de maneira desproporcional em uma sociedade ainda dominada por homens também trouxe a sensação de nunca ser boa o suficiente, sentimento que atinge a maternidade todos os dias e em diferentes contextos de vida. Nesta quarta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, a psicóloga do Hapvida NotreDame Intermédica, Elaine Souza, aponta que a cobrança pela perfeição pode ofuscar o contato da  mulher consigo mesma.

“A maternidade gera muita expectativa, mas é preciso entender quais são as necessidades emocionais envolvidas nesse processo, porque as mulheres tendem a criar uma idealização e buscar uma perfeição”, ressalta.

No meio dessa busca desenfreada em ser uma mulher e mãe perfeita, é necessário encontrar as razões que a movem a isso e principalmente, se cobrar menos pelo ideal inatingível.  Nesse processo, também é fundamental enaltecer a individualidade.

“A mãe precisa entrar em contato com o filho, oferecer os cuidados necessários, mas não pode perder o contato consigo mesmo, a individualidade. A mãe suficientemente boa precisa entender que vai errar também”, afirma.

As falhas, naturais e esperadas, fazem parte do que é ser uma ‘mãe suficientemente boa’, conforme explica a psicóloga, que orienta que a própria mulher se acolha e aceite seus erros.  “Ela precisa reconhecer essa falha como natural, buscar corrigir e entender que está tudo bem”,  conta.

Assessoria de Imprensa
Múltipla Comunicação

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